E espera

Como doses poucas de um elixir intragável e essencial, no pântano selvagem de cada dia, a submersão necessária e absoluta. Deixar-se ir, embrenhar-se, internar-se, adentrar-se, desaparecer-se. E o nunca, tempo mil vezes desejado, e o nada, sôfrego desejo ansiado, serão enfim amalgamados no meu ser que arde em esperas.
E espera.
Escrito por Fátima às 18h34
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